Eu, Maria Aparecida, integrante hoje

Eu, Maria Aparecida, integrante hoje do grupo da Casa Espiritualista Luz de asas, quero aqui relatar como tive o auxilio dentro dessa casa e como aprendi com ela. Tive varias experiências em casas de umbanda, centros esotéricos, que só me permitiram aprender o que não fazer. Mas o que mais me chamou a atenção foi uma coisa que via em todos os lugares que fazem trabalhos espirituais. Era o momento da consulta que a “entidade” relatava um problema espiritual, que precisa ser afastado. Por não entender muito e confiar muito naquele que fala, permitia-o fazer o que achava correto. O “espírito” que me acompanhava, segundo ele, era retirado do meu caminho, sem muita conversa, sem explicações, sem poder expressar suas dores e desejos. Hoje tenho a plena consciência que nada e por acaso, ninguém e cobrado se não deve. Muitas vezes eu era devedora, posso não se lembrar de outra vida, mas tenho consciência que a tive. Fiz amigos e ate inimigos. E quando alguém nos acompanha não se deve retirar a força, pois eles do outro lado acabam apanhando e isso só vai aumentar os sentimentos negativos. Nesta casa vi muitos serem ajudados e mostrados a eles o porquê das suas dores, dos sofrimentos do espírito fora da carne. E com isso como o encarnado recupera a sua saúde. Tudo e uma troca, a transformação e mutua. Isso e o mínimo que podemos fazer trazer o alivio para os dois lados. Não existe inimigo espiritual e sim aqueles que estão do lado contrario (Frase do Sr. Antonio Moura, responsável pelo grupo).